Funicular para o Monte Petrín

A chuva do terror

Agora em ritmo total de viagem, acordamos cedo e lá fomos novamente para o castelo tirar mais trocentas fotos.

Saindo do castelo pelo portão principal seguimos direto para a Loreta. Uma igreja barroca fundada em 1626, muito bonita com um belo jardim; mas o que mais me chamou atenção foi quando entramos na igreja e ouvimos o órgão ser tocado ao vivo! Nunca tinha ouvido ninguém tocar um órgão dentro de nenhuma igreja. E o cara tocava muito bem, ficamos um tempinho ouvindo… Muito bonito! Acho que a música foi a melhor parte.

Loreta em Praga

Subindo as escadarias em frente à Loreta, avistamos um prédio onde atualmente abriga o Ministério das Relações Exteriores, mas durante a Segunda Guerra foi o Quartel-General da SS, a polícia nazista.

Ministério das Relações Exteriores de Praga

Voltamos e passamos novamente pelo castelo para conhecer a Torre da Pólvora com uma exposição chatinha, segundo o Lonely Planet, nosso guia de viagem favorito. Também viajamos com o Guia Visual da Folha. Gosto dos dois guias, mas o Lonely tem uma linguagem mais despojada, enquanto o Guia da Folha é mais conservador, digamos assim.

Descemos pelo outro lado do castelo para irmos aos jardins geométricos no Palácio de Wallenstein, onde atualmente fica o Senado tcheco.

Palácio de Wallenstein

Jardins geométricos do Palácio de Wallenstein

Fê nos jardins geométricos do Palácio de Wallenstein

Jardins geométricos do Palácio de Wallenstein

Lugar lindo com interessantíssimas estátuas de bronze de deuses gregos. Só não gostei da parede coberta por falsas estalactites.

Estátuas de bronze de deuses gregos do Palácio de Wallenstein

Estátuas de bronze de deuses gregos do Palácio de Wallenstein

Falsas estalactitess do Palácio de Wallenstein

Decidimos ir conhecer a Torre de Petrín, que fica no topo do Monte Petrín, um dos maiores espaços verdes de Praga, um morro de 318 metros de altura facilmente acessível pelo funicular que corre a cada 10 ou 20 minutos.

A torre com 299 degraus em é em si mais ou menos, mas a vista é belíssima. Vale a pena!

Torre de Petrín

Vista da Torre de Petrín

Vista da Torre de Petrín

Lá pelas 17h30 começaram a fechar as janelas da torre porque disseram que às 18 horas iria cair uma tempestade.

Vista da Torre de Petrín

Resolvemos voltar para o hotel por dentro do parque ao invés de pegarmos o bonde porque o Thales achava que estávamos bem perto do hotel e nada como voltarmos curtindo paisagens bucólicas. Não demorou para percebermos que não estávamos exatamente perto do hotel (embora não tão longe) e, para piorar a situação, a tempestade nos alcançou no meio do caminho. Nos vimos embaixo de um aguaceiro, muito vento, muitas árvores e muitos relâmpagos. Comecei a surtar porque não queria morrer eletrocutada logo no começo das minhas férias e o meu companheiro de viagem mantinha a calma, só querendo saber de tirar fotos no meio do caminho.

A chuva fazia tanto barulho no meio do mato que comecei a me sentir dentro do seriado Lost, quando vinha aquela fumaça preta que ninguém sabia o que era (quem conhece a série sabe do que estou falando).

Monte Petrín

Monte Petrín

Monte Petrín

Monte Petrín

Monte Petrín

Paramos um pouco num barzinho no meio do parque, onde se encontravam várias vítimas da chuva que curtiam o clima tomando uma cervejinha até a chuva amenizar. Quando deu, fomos andando com uma leve chuva até o hotel, não sem antes, totalmente ensopados, pararmos numa vendinha e comprarmos dois guarda-chuvas que, embora no momento se mostrassem não tão úteis, nos serviram muito bem no resto da viagem. A intenção, quando no hotel, era tomar banho e sair para jantar, mas capotamos até o próximo dia.

Fernanda no Monte Petrín

Thales no Monte Petrín

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