Catedral de São Basílio de Moscou

A igreja mais bonita (somente por fora)

Depois de mais uma noite viajando de trem chegamos em Moscou.

Só que dessa vez foi diferente do trem que pegamos em Budapeste, porque era uma cabine para quatro pessoas e todos estavam lá. Eu e o Thales ficamos nas camas de cima do beliche e outros dois rapazes na cama debaixo. Menos privacidade do que da outra vez, mas de resto tudo igual. Tudo muito limpo e tranquilo.

Para irmos para o hotel pegamos o metrô e logo de cara já deu para perceber porque os metrôs são tão famosos. São enormes e várias estações são decoradas com mármores, estátuas, mosaicos e pinturas. Tudo muito grandioso como um palácio.

Estação de metrô de Moscou

Chegamos por volta das 9h no Hotel Katerina City, próxima a estação de metrô Paveletskaya (linha 2 – verde). Deixamos as mochilas, tomamos um banho e partimos para a ver a famosa Praça Vermelha. Conseguimos ver apenas um pedaço dela porque iria haver um mega-evento lá e as arquibancadas montadas cobriam boa parte da praça.

Praça Vermelha de Moscou

Praça Vermelha de Moscou

Entramos na Catedral de São Basílio que é muito mais bonita por fora do que por dentro, esperava mais. O suntuoso do lado externo não se reflete no interior que é bem simples e nada lá nos chamou a atenção. Achávamos que pelo fato de a catedral ser o símbolo da Rússia iríamos ficar de boca aberta. Mas não: meia-boca.

Catedral de São Basílio de Moscou

Catedral de São Basílio de Moscou

Andamos um pouco aos arredores do Kremlin, vimos o Túmulo do Soldado Desconhecido vigiado constante por guardas e bem perto dali fomos almoçar, ou melhor, matar a fome, porque não tinha nada de especial ou gostoso no shopping subterrâneo Okhotny Ryad. Caminhamos pelas ruas perto da Praça Vermelha, passeando pelos arredores.

Túmulo do Soldado Desconhecido de Moscou

Arredores do Kremlin

Shopping Okhotny de Moscou

Tomamos um café e fomos descansar um pouco porque meus pés já estavam quase adormecidos de tanta dor.

Umas 21h fomos jantar num restaurante alemão na esquina perto do hotel. Ninguém falava inglês ou outra língua que conseguíssemos nos entender, mas tomamos uma deliciosa cerveja (mais de uma, para falar a verdade).

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