Maresias

Maresias

Temos uma sobrinha – Isis – de três anos de idade que ainda não conhecia a praia e resolvemos ajudar a resolver esta pendência inadmissível no último feriado do Dia da Consciência Negra levando-a mais a cunhada (a mãe da Isis) e a sogra (a avó) para São Sebastião na praia de Maresias.

Descemos pela Rodovia Mogi-Bertioga e estávamos até preparados para sete horas de estrada, o que não aconteceu, ainda bem. Ficamos em um hotelzinho pé na areia (quase na verdade, porque tinha a rua no meio, mas enfim), bem agradável. Praia, sol, calor, muitos camarões, caipirinhas e no fim do dia piscina estavam em nossos planos de relaxar na praia sem fazer nada.

O que contar de um final de semana em família? Nada de muito especial que ninguém já não saiba ou tenha passado (para detalhes, ouvir a música ‘Família’ dos Titãs – está tudo lá). O que quero dividir são as belezas do lugar, afinal aqui não é divã de terapia!

Ficamos no Hotel Canto do Rio, que como o nome já diz é no canto da praia (é a ponta final de Maresias), com um riozinho bem calmo desembocando no mar. Um lugar tranquilo que achamos para o primeiro contato de uma criança com o mar, uma experiência que seria inesquecível e agradável, para que ela sentisse a comunhão da água com a areia, o movimento das ondas, o sol, a brisa…

Mas a Isis não gostou de nada disso. Na primeira pisada na água e batida da onda na cara, pronto, nunca mais quis chegar nem perto da água!

Dá para ver que não entendemos nada de ser pais…

Uma delícia esse pedaço da praia de Maresias. Outra vantagem é que o hotel oferecia o serviço do quiosque na praia, isso gostei muito; apesar de que o serviço (com demora de uma hora para uma caipirinha) não chegava na piscina do hotel, coisa que não deu para entender muito bem (ainda bem porque seriam aí duas horas para a caipirinha). Porque a satisfação de no fim da tarde curtir a piscina bebendo algo refrescante, faz diferença, mas se quiséssemos essa regalia tínhamos que atravessar a rua, pedir as coisas no quiosque, esperar e levar. Não rolou.

Dia seguinte demos uma volta em algumas praias a caminho de Ilha Bela. Toque-Toque Pequeno é bem bonitinha e depois vi que é maior que Toque-Toque Grande. Então o pequeno é maior que o grande, precisamos pesquisar a razão do paradoxo. A água é bem forte, boa para surfistas. Toque-Toque Grande é mais brava ainda, mas gostei do que vi, tranquila de pessoas, boa para ler e relaxar mais ainda. Barequeçaba é bem popular, tipo Praia Grande, foi a (má) sensação que tive ao avistar a praia (já comecei a lembrar do boqueirão, do povo, aff…) O mar é bem tranquilinho, mais tranquilo que Maresias, mas não achei bonita. Apesar de que a vista de cima, ao quase chegarmos lá, é bonita.

Praia Toque-Toque Pequeno
Praia Toque-Toque Pequeno
Praia Toque-Toque Grande
Praia Toque-Toque Grande
Praia de Barequeçaba
Praia de Barequeçaba

Em Ilha Bela ficamos no centrinho dando uma volta nas lojinhas, almoçamos e fomos embora. O tempo estava fechando, pensamos em ir para a Praia do Jabaquara, mas acabamos deixando esse passeio para quando formos somente para Ilha Bela.

Ilha Bela
Fernanda e Isis caminhando em Ilha Bela

Voltamos para casa por outro caminho para comer no ‘Fazendão’ (Rodovia dos Tamoios, Km 45 – Paraibuna), um restaurante onde servem vários tipos de lanches gostosos, como o que comi de lombo com queijo minas. Demos uma piccola volta, mas no fim valeu pelo lanche e também não pegamos trânsito para voltarmos.

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