Detalhe da Catedral de Santo Estêvão em Viena

Primeiro dia em Viena: Calor infernal

Saímos de Cesky Krumlov às nove da manhã de van rumo à Viena. Mesma dica de Cesky, reservar antes. A van pega você na porta do hotel e lhe deixa na estação de trem em Viena. O trajeto demora umas três horas.

De Cesky Krumlov para Viena não tem trem. Teríamos que ir de ônibus até Ceské Budejovice para poder pegar o trem até Viena. Iria demorar mais, então a melhor opção era a van. E existem várias empresas que prestam esse serviço: demos uma googlada básica e fizemos a reserva por email.

Chegamos em Viena por volta das 12h15. Demoramos mais uns 40 minutos até chegar ao hotel – que na verdade é uma pensão – para deixar a mochila. Schweizer Pension Solderer. Tudo muito limpo, arrumado e com um delicioso café da manhã, excelente! Saímos para explorar a cidade lá pelas 13h30.

Adorei Viena! Mas como estava quente! Eu achava que em Praga o calor estava insuportável, mas eu nem imaginava como seria em Viena, nossa! Estava tão quente que fiquei até irritada! Não ventava, o ar estava seco, olha, foi fogo! Mas nada que não valesse a pena estar em uma cidade como essa!

Fomos conhecer a catedral gótica Stephansdom (Catedral de Santo Estêvão) e subimos na torre norte de elevador e depois na torre sul pela escada com 343 degraus. A vista é muito bonita, mas o calor…

Catedral de Santo Estêvão em Viena

Catedral de Santo Estêvão em Viena

Vista da Catedral de Santo Estêvão em Viena

Vista da Catedral de Santo Estêvão em Viena

Vista da Catedral de Santo Estêvão em Viena

Saindo da igreja andamos pelas ruas até chegar em Hofburg, que foi o Palácio Imperial de 1273 a 1918.

Rua de Viena

Hofburg

Conhecemos somente a parte externa do complexo de Hofburg, andamos pelos jardins, vimos as estátuas e monumentos. Como tínhamos pouco tempo em Viena optamos por não conhecer, nesse momento, alguns dos pontos altos do lugar como: os Aposentos Reais, a Escola Espanhola de Equitação (eu e os cavalos!) e a Augustinerkirche (antiga igreja paroquial dos Habsburgos), além do Museu Sisi. Na década de 50 foi lançado a trilogia ‘Sissi, a Imperatriz’ (1955, 1956 e 1957) baseada em sua história real. Quando cheguei em Viena e vi o nome Sisi lembrei da minha vozinha, Arystida, que adorava esse filme, principalmente por causa do figurino, a elegância das mulheres e dos bailes daquela época. Quando criança eu imaginava que Sisi fosse uma personagem da ficção, mas descobri que ela realmente existiu e que sua figura ainda hoje é muito popular na Áustria, o que dá para perceber pelas canecas, canetas, chaveiros e quinquilharias para turistas, todos com seu belo rosto estampado.

Hofburg

Hofburg

Hofburg

Passear por esses lugares que falei acima leva tempo e gostamos de conhecer as coisas sem pressa, curtindo os detalhes e como já era final de tarde decidimos dar preferência para ir conhecer o Naschmarkt, o mercadão de Viena.

Me senti no Mercadão de São Paulo, mas guardadas as suas devidas proporções. Em Viena o mercado é num espaço reservado nas calçadas. O mercadão é bem extenso e tem muita variedade de frutas, legumes, flores, restaurantes, nossa, acho que nem me lembro de tudo o que tinha por lá. Mas passear sentindo aqueles aromas e perfumes diferentes é demais! Jantamos por lá tomando uma deliciosa spritzer (vinho branco e água com gás). Ficamos um bom tempo por lá curtindo e aproveitando para relaxar.

Naschmarkt em Viena

Naschmarkt em Viena

Naschmarkt em Viena

Naschmarkt em Viena

Quando caiu a noite fomos admirar o rio Danúbio. Estava uma noite linda! Sentamos na beira do rio e o Thales não resistiu e colocou o pé na água, para finalizar o longo dia.

Rio Danúbio

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *