Estufa de vidro do Jardim Botânico em Curitiba

Turistando por Curitiba

Que cidade bonita é Curitiba! Aqueles parques… impossível morar lá e não gostar ou frequentar pelo menos um daqueles belíssimos parques.

Chegamos dia 22 de dezembro de 2012. Nossa ideia era sair de Jundiaí bem cedinho e almoçar em Curitiba. Achamos que não teria trânsito, pois ainda faltavam alguns dias para o Natal, mas pegamos a Rodovia Régis Bittencourt e a Serra do Cafezal paradas!!! Depois de nove horas, chegamos na bela cidade.

Tomamos aquele banho e procuramos no guia um lugar bacana para jantar. Fomos num restaurante asiático, Lagundri. Que comida deliciosa!!! É uma experiência muito bacana, pena que não consegui comer tudo porque pedi um prato com bastante curry, mas esse é o curry verdadeiro e não aquele que compramos fraquinho. Minha boca ardia tanto… mas recomendo, vale a pena. Fora que o lugar era muito charmoso.

Restaurante Asiático Lagundri

Dia seguinte começamos a explorar a cidade. O Jardim Botânico é lindíssimo! Aquela estufa de vidro é imponente, bonita e as fotos ficam bonitas de todos os ângulos. Dentro do parque podemos experimentar, acho que a palavra cabe bem para a ocasião, o Jardim das Sensações – o nome diz tudo, e no cartaz dizia o seguinte: “Ver” com as mãos a textura, a forma e o tamanho das plantas, tatear com os pés a diversidade do piso, ouvir a voz do vento e da cascata, sentir o perfume das flores e da vegetação”. Olha, sem comentários, é tudo isso que a frase descreve e mais as suas próprias experiências. O Thales tirou foto de praticamente todas as plantinhas, vou colocar algumas aqui.

Gerânio-Rosa

Salsinha

Existe ainda um espaço para exposições e o Museu da Botânica. Mas só de passear por entre aquelas árvores sentindo a leve brisa naquele sol de rachar o côco, ahhh, é muito bom!

Depois fomos ao Museu Oscar Niemeyer, conhecido também como o Museu do Olho. Me senti em Brasília naqueles corredores imensos, aquelas áreas grandes, tudo grande! Com acervo de obras contemporâneas e mostras temporárias, gostamos muito do que vimos. Fora que ir na torre em forma de olho, que representa uma araucária, e apreciar a mostra do Paulo Leminski, foi do caramba! Para finalizar, um delicioso café.

Museu do Olho

Museu Oscar Niemeyer

Aí foi a vez de conhecer o Teatro Ópera de Arame. Legal sua estrutura, a vista, mas esperava mais.

Teatro Ópera de Arame

Seguimos para o Parque Tanguá, que era uma antiga pedreira. Outro lugar muito bonito e grande. Tem a parte de cima onde ficam o mirante e os jardins. E na parte de baixo há cachoeira, lago e um túnel mezzo-mezzo escavado na rocha. Outro lugar que também gostamos bastante.

Parque Tanguá

Após tantas andanças jantamos no “velho” Madalosso, porque o “novo” Madalosso, vamos dizer assim, estava fechado. Esse é aquele restaurante famoso onde comem quase cinco mil pessoas ao mesmo tempo, então, fomos no velho que é da mesma família e tão bom quanto. Comemos muito! Comida deliciosa!

Dia 24, dia do passeio de trem pela Serra do Mar (veja o post).

Na manhã de Natal saímos para explorar o Centro Histórico de Curitiba a pé. Seguimos o trajeto sugerido pelo guia.

Centro Histórico de Curitiba

Centro Histórico de Curitiba

Centro Histórico de Curitiba

Centro Histórico de Curitiba

Bem legal, andamos o dia todo e tiramos muitas fotos bonitas, a cidade estava vazia sem ninguém que atrapalhasse nossa paisagem.

Dia 26, bora embarcar no barco para São Francisco do Sul (veja o post).

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