Búfalos da Fazenda São Jerônimo

Último dia em Marajó: Soure e Salvaterra

Véspera de voltar para casa, mas ainda dava para conhecer várias coisas na Ilha de Marajó.

Pegamos a balsa para Salvaterra para conhecer a Praia de Joanes. Paramos na vila onde existe uma igreja do século 17 e algumas ruínas jesuítas por onde decidimos descer pelas pedras para chegar até a praia (que pensávamos que era a de Joanes mas na verdade era uma prainha da vila).

Estava tanto calor que nem hesitamos para entrar na água, ainda mais que a praia era super calma e não havia ninguém… Gostamos desse sossego.

Vila de Joanes

Vila de Joanes

Depois voltamos um pouco para almoçar e foi aí que descobrimos onde fica realmente a badalada Praia de Joanes e todo o bochicho. Pegamos em Soure a dica da Peixaria do Sales para almoçarmos e ficamos ali embaixo das árvores comendo um saboroso filhote ao molho de jambu e apreciando a vista. Muito bom relaxar assim, tirando o fato de um cara ao nosso lado achando que estava arrasando com o som do seu carro nas alturas nos obrigando a ouvir o que ele gostava. Digamos que a trilha sonora não estava das melhores, mas o peixão que comemos compensou! Detesto essa falta de educação! Em um lugar público assim não podemos impor às pessoas ouvirem o que você quer. Na Praia Barra Velha acontece isso, mas lá são todos os quiosques; lá foi apenas uma pessoa. De qualquer forma, essa situação é sempre ruim.

Praia de Joanes

Quando voltamos para Soure ainda fizemos umas comprinhas (guia de Soure para download que contém muitas informações e os lugares onde encontrar o artesanato local) antes do passeio tão esperado (por mim, que pelo Thales, never): a travessia de rio sobre búfalos na Fazenda São Jerônimo, ou seja, o nadar com os búfalos que eu tanto queria.

Comprei colar, potes e até uma bolsa de couro de búfalo (a bolsa comprei no dia seguinte antes de ir embora, porque ainda fizemos um pequeno tour pelas lojas de artesanato que ainda não tínhamos visto).

Depois das quatro da tarde fomos ao passeio que rendeu um vídeo e muitas risadas. Atravessamos o rio em cima do búfalo (em cima do pelo mesmo!), sem nenhuma sela ou aparato – o jeito é segurar no bicho e vamo que vamo!. Nesse dia os búfalos ficaram meio desnorteados porque o búfalo que geralmente é usado como guia, (pois andam todos juntos e um é o líder) não estava lá; aí levaram outro búfalo como guia – conclusão: os búfalos ficaram todos desnorteados e encavalados com nós em cima! Aos trancos e barrancos a travessia aconteceu, não sem algumas patadas que levei! Mas deu tudo certo e  nos divertimos bastante. Confira o vídeo!

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